Dave Gibbons
Desenhou a grade de nove quadros de Watchmen e construiu boa parte do design do mundo da série.
Moore escreve roteiros longos e minuciosos, mas a obra só existe através do traço de outros. Estes são os artistas, músicos e cineastas que deram forma às suas páginas e aos seus palcos.
Os roteiros de Moore são famosos pelo tamanho. Uma única página de Watchmen podia ocupar várias páginas datilografadas, com a descrição de cada quadro, a posição da câmera, a luz, os objetos ao fundo e as razões por trás de cada escolha. O roteiro da primeira edição de Big Numbers tinha dezenas de páginas para pouco mais de quarenta de quadrinho.
Isso não significa controle absoluto. Moore costuma escrever pensando no artista específico, e muitos detalhes que os leitores atribuem a ele, como a ausência de balões de pensamento em V for Vendetta, foram propostos pelos desenhistas. A obra é, de fato, compartilhada.
Desenhou a grade de nove quadros de Watchmen e construiu boa parte do design do mundo da série.
Criou o visual de V e a máscara de Guy Fawkes. Propôs abolir onomatopeias e balões de pensamento.
Passou quase uma década desenhando a Londres de 1888 em nanquim, com hachuras de gravura vitoriana.
Deram ao Monstro do Pântano um horror orgânico e detalhado. Totleben desenhou também a fase final de Miracleman.
Parceiro por duas décadas. Seu traço anguloso e satírico sustentou a Liga do primeiro ao último volume.
Mudava de estilo a cada sequência para traduzir conceitos mágicos em layout.
Artista do underground de San Francisco. Desenhou Lost Girls ao longo de dezesseis anos e é casada com Moore desde 2007.
Desenhou A Piada Mortal com realismo minucioso e recoloriu a edição de 2008.
Deu forma a Halo Jones, uma mulher comum num futuro distante, nas páginas da 2000 AD.
Parceiro dos primeiros anos britânicos, entre a Warrior, a Marvel UK e a 2000 AD.
Desenhou Big Numbers, sobre a chegada de um shopping a uma cidade inglesa, interrompido depois de duas edições.
Desenhou o ciclo lovecraftiano de Moore com um realismo frio e sem ornamento.
Fotógrafo de Northampton que levou Moore ao cinema como roteirista e ator.
Compôs e executou as trilhas das performances mágicas dos anos 1990 e 2000.
Ensinou Moore a escrever roteiros e o acompanhou na prática mágica.