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Dossiê 03 / 09
[03] Dossiê de obra[ARQUIVO // 1984]

Swamp Thing

No BrasilMonstro do Pântano
HorrorEcologiaGótico
Capa de Swamp Thing
1984 — 1987
Fig. 03 // Capa
Saga of the Swamp Thing, vol. 1© DC Comics · baixa resolução, uso para crítica · Wikipédia
RoteiroAlan Moore
ArteStephen Bissette, John Totleben, Rick Veitch, Shawn McManus
CoresTatjana Wood
PublicaçãoDC Comics
FormatoSaga of the Swamp Thing #20–64

I. Sinopse

[MS. 03.1]

Moore herdou uma série prestes a ser cancelada. Na segunda edição, “A Lição de Anatomia”, uma autópsia revela que o Monstro do Pântano não é o cientista Alec Holland transformado em planta: é uma planta que absorveu as memórias de Holland e acredita ser ele. A partir dessa descoberta, a série se torna uma investigação sobre identidade, natureza e amor, com o Monstro e Abby Arcane no centro.

II. Por que importa

[MS. 03.2]

Foi a porta de entrada de Moore no mercado americano e mudou o que um quadrinho da DC podia ser. A partir da edição 29 a revista saiu sem o selo do Comics Code. A série apresentou John Constantine, abriu espaço para outros roteiristas britânicos na DC e preparou o terreno para o selo Vertigo, criado em 1993.

Anatomia da forma

[III] Três notas de leitura
[III.1]

Legendas como prosa

As legendas são longas, ritmadas e descritivas, mais próximas da poesia do que das convenções do gênero.

[III.2]

Rito de Primavera

Na edição 34, o Monstro e Abby se unem numa experiência psicodélica desenhada em páginas inteiras, sem quadros convencionais.

[III.3]

American Gothic

Um arco longo leva Constantine e o Monstro por horrores ligados a temas americanos: armas, racismo, poluição.

[IV]
Nota do
arquivista

John Constantine apareceu pela primeira vez na edição 37, em 1985, criado por Moore, Bissette e Totleben.

Galeria & afins

[§] Lugares, documentos e adaptações
[V]
Adaptação

A fase de Moore não foi adaptada diretamente. Constantine ganhou um filme em 2005, do qual Moore pediu para não ser creditado.

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